Baixada Santista enfrenta onda de calor e temperatura pode chegar aos 40°C em pleno inverno

Praticamente todo o país é afetado pelo calor. A umidade relativa do ar está em 28%, valores bem baixos para a Baixada Santista no inverno.

A Baixada Santista, no litoral de São Paulo, está enfrentando uma forte onda de calor com temperaturas altas chegaram a 40°C em pleno inverno, segundo a Defesa Civil de Santos. Os dias devem permanecer quentes com potencial de novos recordes de temperatura no litoral paulista.

O dia amanheceu com temperaturas bem quentes. Por volta das 10h, os 35º C registrados pela Base Aérea da cidade já davam indícios do que estava por vir nesta terça-feira. Àquela altura, a umidade relativa do ar estava em 28%, percentual bem baixo para a região no inverno.

Previsão até sexta-feira

Para a quinta-feira (24), a previsão é que cenário se repita e o dia permaneça com o céu azul, poucas nuvens e com a temperatura aumentando com o avançar das horas.

À noite, porém, a perspectiva é que uma nova frente fria sobre o oceano provoque rajadas de vento. A Defesa Civil explicou que existe a possibilidade de pancadas de chuva e queda das temperaturas.

A mudança, de fato, no tempo está prevista para sexta-feira (25), quando o frio e chuva são esperados na região.

Temperaturas devem atingir os 39°C na Baixada Santista — Foto: Nina Barbosa

Previsão para Baixada Santista até sexta-feira

  • São Vicente– mínima de 22°C e máxima de 39°C
  • Praia Grande– mínima de 21°C e máxima de 38°C
  • Itanhaém – mínima de 22°C e máxima de 39°C
  • Mongaguá – mínima de 21°C e máxima de 39°C
  • Bertioga – mínima de 21°C e máxima de 39°C
  • Guarujá – mínima de 22°C e máxima de 39°C
  • Cubatão – mínima de 22°C e máxima de 39°C
  • Peruíbe– mínima de 20°C e máxima de 34°C

Cuidados com a saúde

Em entrevista a TV Tribuna, da Rede Globo, o médico Weldon José Rosa Lima explicou que a combinação de temperatura alta e umidade relativamente do ar muito baixa é perigosa. “Essa junção é danosa principalmente ao idoso, que tende a se hidratar menos, a se proteger menos e sofres consequência maior”.

Ele disse ainda que as atividades na rua, devem ser realizadas em horários mais específicos. “Orientamos que o idoso não se exponha ao sol das 10h às 16h, que são os [horários] mais perigosos para irradiação de raio ultravioleta”. Segundo o médico, sinais como a pele e boca seca e diminuição da urina podem ser o início de desidratação.

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